Estado ficou com risco da variação de impostos na Mota-Engil e Lusoponte


O Governo anterior passou os riscos de variação de impostos para o lado do Estado, nos contratos com a Ascendi (Mota-Engil), sucedendo o mesmo com a Lusponte, acusou hoje o secretário de Estado das Obras Públicas.

Sérgio Monteiro, durante uma audição na Comissão Parlamentar de Economia sobre a questão da Lusoponte, indicou hoje que os contratos de concessão rodoviária com a Mota-Engil não tinham risco para o Estado mas foram alterados, em 2010, para acomodar eventuais alterações na carga fiscal.

O mesmo terá sucedido com os acordos de reequilíbrio financeiro relativos à Lusponte, que também incluem as salinas do Samouco e a reclassificação dos monovolumes de classe 2 para classe 1, indicou o secretário de Estado.

Público